
Apresentador do “Fofocalizando” contou detalhes do pagamento feito a Dona Marlene, mãe do humorista Carlinhos Maia, durante participação no programa.
Em um desabafo que viralizou nas redes sociais, o apresentador Lucas Guimarães revelou o cachê pago a Dona Marlene, mãe do influenciador Carlinhos Maia, por sua participação no programa “Fofocalizando”, do SBT. O valor, considerado baixo por muitos seguidores, gerou debate sobre a remuneração de famílias de celebridades na TV.
Quanto recebeu Dona Marlene?
Durante uma conversa no Twitter Spaces, Lucas Guimarães contou que a mãe de Carlinhos Maia recebeu R$ 2 mil por sua aparição no programa. “Ela veio, foi uma fofa, todo mundo amou, mas o cachê foi esse aí mesmo”, afirmou.
A revelação pegou muitos fãs de surpresa, já que Dona Marlene é uma figura querida pelo público e costuma atrair audiência quando aparece na TV. Alguns chegaram a comparar o valor com cachês de outros participantes famosos, questionando a diferença.
Reação nas redes sociais
Os comentários foram divididos:
- “R$ 2 mil para a mãe do Carlinhos? O programa deve ter ganhado muito mais em audiência com ela!”, criticou uma seguidora.
- “Se fosse convidada de outro canal, teria ganhado bem mais”, opinou outro.
- “Ela não é artista, foi só uma participação especial. Acho justo”, defendeu um terceiro.
Carlinhos Maia, conhecido por sempre defender a família publicamente, ainda não se pronunciou sobre o assunto.
Qual o padrão de cachê para convidados não famosos?
Especialistas em TV explicam que valores para participantes eventuais – principalmente familiares de celebridades – variam muito. Enquanto alguns canais pagam cachês simbólicos, outros oferecem valores mais altos dependendo do potencial de engajamento.
Dona Marlene, que já apareceu em outros programas e até em campanhas publicitárias, tem um certo reconhecimento, mas não é considerada uma profissional da TV.
Lucas Guimarães explica contexto
O apresentador, que também é repórter do “Fofocalizando”, destacou que o valor foi acordado previamente e dentro dos padrões do programa. “Não é como se a gente explorasse alguém. Tem todo um orçamento por trás”, justificou.